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10 de outubro de 2026 às 08:00 • 1 min de leitura • 1 fonte

“Ser palhaço era meu destino”

“Ser palhaço era meu destino” Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem …

“Ser palhaço era meu destino”
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  • 1“Ser palhaço era meu destino” Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: Veja.

“Ser palhaço era meu destino” Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: Veja. Categoria informada pela fonte: cultura.

Matéria
Texto da cobertura original • por Veja

Em uma encenação da Paixão de Cristo na igreja matriz, em Santo André, experimentei a arte pela primeira vez. Era uma brincadeira de criança descobrindo o palco. Mais de vinte anos depois, hoje, vivo da arte: sou artista circense e faço parte do elenco de Alegría, espetáculo do Cirque du Soleil, atualmente em turnê pelo Brasil. Nasci em São Bernardo do Campo e cresci na cidade vizinha, na casa da minha avó Romaria, com minha mãe e irmã. Naquele lar, a arte sempre teve um espaço único. Um tio cantor, um pai que fora ator, tias professoras de artes e outras que eram palhaças, fundadoras da Escola Picadeiro. Curiosamente, ninguém chamava isso de profissão. Aquelas pessoas se maquiando, colocando um monte de tralha no carro e saindo para fazer graça por aí era rotina. Ser palhaço nunca me pareceu uma escolha, era meu destino e minha paixão.

Aos 13 anos, comecei a fazer teatro amador. Com 15, virei monitor no acampamento de férias, mas o que realmente me encantava era estar em cena. Nesse começo dos anos 2000, passei a desenvolver pequenos esquetes curtos, baseado em Chaplin, Buster Keaton e nessa tradição da comédia física. De 2003 a 2006, na Fundação das Artes, fiz parte da Companhia Lúdica, atuando em hospitais. Nesse período, através de um DVD do espetáculo Quidam, do Cirque du Soleil, descobri o lugar que representava um sonho que eu nem sabia que tinha. Fiquei deslumbrado. Conhecia bem os circos tradicionais brasileiros, mas nunca tinha visto nada parecido com aquilo. Uma mistura enorme de linguagens, com balé, música clássica, instrumentos em cena, línguas que eu nunca tinha ouvido e nenhum animal. Passei a acreditar que um dia iria trabalhar naquela companhia; não era uma vontade ou um plano, mas aquilo me esperava. Enquanto essa possibilidade permanecia como presse

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  • 1Veja↗ veja.abril.com.brAbrir na fonte

    “Ser palhaço era meu destino” Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: Veja. Categoria informada pela fonte: cultura.

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