Aranha gigante marcou infância de Mar e o prendeu na teia da arte
Aranha gigante marcou infância de Mar e o prendeu na teia da arte Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto int…
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- 1Aranha gigante marcou infância de Mar e o prendeu na teia da arte Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: Campo Grande News.
Aranha gigante marcou infância de Mar e o prendeu na teia da arte Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: Campo Grande News. Localidade informada pela fonte: MS, Brasil.
Uma aranha gigante, protegida por um vidro, foi suficiente para despertar em Mar Cozta uma curiosidade que atravessaria sua infância e influenciaria sua relação com a arte. Durante uma visita ao Parque Ibirapuera, em São Paulo (SP), ele se deparou com uma escultura da artista Louise Bourgeois. Sem entender exatamente o que estava vendo, ficou impressionado com o tamanho da obra e começou a se perguntar se aquela criatura já havia sido viva. A imagem permaneceu em sua memória por anos e passou até a aparecer em seus sonhos. Na época, Mar estava acompanhado da mãe, que também não sabia explicar muito sobre a escultura. O encontro despertou uma mistura de espanto e indignação. “Foi muito impactante e me deixou também um pouco indignada, me perguntava incessantemente daonde veio aquilo, se estava morto ou se já foi vivo”, relembra. Durante muito tempo, sempre que via uma aranha, a lembrança daquela obra voltava à sua cabeça. Somente anos depois, Mar decidiu pesquisar o que havia visto naquele dia e descobriu mais sobre Louise Bourgeois. O interesse pela escultura acabou se transformando em uma aproximação com o universo artístico. “Meio que a Arte mesmo foi essa aranha e que me pegou nessa teia e tô até agora deixando ela me devorar”, brinca. A experiência também ajuda a explicar por que sonhos, lembranças e imagens que permanecem na cabeça se tornaram elementos tão importantes em suas produções. Mar é artista independente e usa os próprios cadernos de desenho como espaços de experimentação. Entre rabiscos, relatos de sonhos e lembranças, construiu uma espécie de arquivo da própria vida. Para ele, esses registros não servem apenas como preparação para obras futuras, mas também podem ser considerados trabalhos completos, mesmo quando apresentam desenhos inacabados. “Acredito
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Aranha gigante marcou infância de Mar e o prendeu na teia da arte Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: Campo Grande News. Localidade informada pela fonte: MS, Brasil.
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