Polícia abre investigação sobre ataque em ato pró-Lula
Polícia abre investigação sobre ataque em ato pró-Lula Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a a…
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- 1Polícia abre investigação sobre ataque em ato pró-Lula Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: O Dia.
Polícia abre investigação sobre ataque em ato pró-Lula Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: O Dia. Categoria informada pela fonte: rio de janeiro. Localidade informada pela fonte: RJ, Brasil.
A 5ª DP (Mem de Sá) instaurou um inquérito para apurar o ataque contra participantes de um ato pró-Lula, ocorrido no Largo da Carioca, no Centro do Rio, na noite desta sexta-feira (9). Ao menos 10 pessoas, entre elas uma criança, ficaram feridas após serem atingidas por pedras e garrafas PET com água, arremessadas contra uma mobilização em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição. Movimentos sociais e parlamentares se reuniram em frente ao Edifício Avenida Central, por volta das 17h. Cerca de duas horas depois, pessoas que estavam em um prédio próximo começaram a jogar balões com água do alto do edifício. Em seguida, despejaram baldes com água e garrafas sobre os manifestantes. De acordo com os relatos, pedras e outros objetos também foram arremessados. Com o impacto, algumas pessoas sofreram ferimentos leves. Segundo a organização do ato, entre os feridos estão duas integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto do Rio de Janeiro (MTST). Após o ataque, as vítimas se dirigiram à 5ª DP (Mem de Sá) para registrar a ocorrência. LEIA MAIS: Estudantes da UFF denunciam ameaças após manifestações pró-Lula Na delegacia, Gabriel Siqueira, coordenador nacional do MTST, classificou o caso como atentado e tentativa de homicídio. "Jogaram pedra de gelo e alguns líquidos que a gente nem sabe o que é. Nós fizemos o BO, enviamos todos os vídeos e já identificamos quem foi que fez. Essa semana, vamos pedir uma reunião com o condomínio e com a Polícia Militar porque o comitê do Lula e a nossa campanha não vão para, mesmo com o atentado terrorista, com o ataque fascista. Se acerta em cheio essas senhoras, que são trabalhadoras do MTST, a gente podia ter uma tragédia. Para nós, isso é uma tentativa de homicídio", contou. A advogada Alana Alves, coorden
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Polícia abre investigação sobre ataque em ato pró-Lula Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: O Dia. Categoria informada pela fonte: rio de janeiro. Localidade informada pela fonte: RJ, Brasil.
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