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10 de outubro de 2026 às 15:14 • 1 min de leitura • 1 fonte

Funcionária é demitida após trocar mensagens sexuais com colegas pelo Teams; empresa monitorava conversas

Funcionária é demitida após trocar mensagens sexuais com colegas pelo Teams; empresa monitorava conversas Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao esta…

Funcionária é demitida após trocar mensagens sexuais com colegas pelo Teams; empresa monitorava conversas
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  • 1Funcionária é demitida após trocar mensagens sexuais com colegas pelo Teams; empresa monitorava conversas Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1.

Funcionária é demitida após trocar mensagens sexuais com colegas pelo Teams; empresa monitorava conversas Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.

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Texto da cobertura original • por G1

Funcionária é demitida por justa causa após trocar mensagens sexuais com colegas pelo Teams Pexels Uma funcionária que usava o Microsoft Teams da empresa para manter conversas pessoais e de teor sexual com colegas de trabalho teve a demissão por justa causa mantida pela Justiça do Trabalho. A decisão é da 5ª Vara do Trabalho de Osasco, na Grande São Paulo, e chama atenção por envolver o uso recorrente de uma ferramenta corporativa para assuntos sem relação com o trabalho. Segundo o processo, as mensagens eram trocadas durante o expediente e incluíam referências a encontros íntimos que ocorreriam no horário de trabalho e até mesmo dentro das dependências da empresa. Traição no trabalho dá justa causa? Entenda o que diz a lei Ao analisar o caso, a Justiça concluiu que o problema não estava na vida privada da empregada nem no relacionamento amoroso que ela mantinha com outro funcionário. O que pesou foi a forma como questões pessoais foram levadas para o ambiente profissional de maneira frequente e prolongada. De acordo com a decisão, a empresa aplicou a justa causa após identificar que a trabalhadora utilizava repetidamente a plataforma corporativa de comunicação interna para tratar de assuntos particulares. Em audiência, a funcionária admitiu que mantinha um relacionamento íntimo com outro empregado da companhia e reconheceu que pode ter trocado mensagens de conteúdo sexual com ele e também com outros colegas. Ela também confirmou a autenticidade de capturas de tela apresentadas pela empresa como prova no processo. Para a juíza Cristiane Serpa Panzan, a própria admissão da autora reforçou a validade do material anexado aos autos e eliminou dúvidas sobre quem enviou as mensagens. Na avaliação da magistrada, não se tratava de um episódio isolado ou de um uso eventual da f

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