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7 de outubro de 2026 às 11:53 • 1 min de leitura • 1 fonteAC

Sobrenomes conhecidos, mas sem cadeira: Quem são os parentes de políticos que não se elegeram no Acre

Sobrenomes conhecidos, mas sem cadeira: Quem são os parentes de políticos que não se elegeram no Acre Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava d…

Sobrenomes conhecidos, mas sem cadeira: Quem são os parentes de políticos que não se elegeram no Acre
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  • 1Sobrenomes conhecidos, mas sem cadeira: Quem são os parentes de políticos que não se elegeram no Acre Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1 AC.

Sobrenomes conhecidos, mas sem cadeira: Quem são os parentes de políticos que não se elegeram no Acre Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 AC. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: AC, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por G1 AC

Filhos e demais parentes de políticos no Acre não se elegeram no pleito deste ano; na foto: João Bittar (PL), Virgílio Viana (PV) e Kelen Bocalom (PSDB) Reprodução/TSE Candidatos ligados a políticos e famílias tradicionais acreanas disputaram vagas para deputado estadual e federal nas eleições deste ano, mas ficaram fora da Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) e da Câmara dos Deputados. Entre eles estão filhos, esposas e irmãos de políticos com trajetória no estado. Ao todo, pelo menos dez candidatos com esse perfil aparecem na lista: quatro disputaram uma vaga na Aleac e seis concorreram à Câmara. ✅ Participe do canal do g1 AC no WhatsApp ELEIÇÕES 2026: Acompanhe a cobertura completa das eleições no Acre Embora o sobrenome conhecido possa ajudar a colocar uma candidatura no radar do eleitorado, a tradição política da família não se converte automaticamente em uma vaga no Legislativo. É que nas eleições proporcionais, além da votação de cada candidato, o desempenho da legenda e a distribuição das cadeiras também pesam no resultado. Logo, a votação individual não é o único fator para definir quem ocupa as cadeiras. Veja a lista abaixo: g1 Acre acompanha resultados e repercussão das eleições Deputado estadual Whendy Lima (União) — filho do ex-vereador N. Lima, tentava a reeleição, mas ficou como suplente. Recebeu 9.531 votos. Eduardo Gomes (Republicanos) — filho da prefeita de Senador Guiomard, Rosana Gomes, recebeu 7.746 votos e ficou como suplente. Antônia Sales (MDB) — esposa do ex-prefeito de Cruzeiro do Sul Vagner Sales e mãe da ex-deputada federal Jéssica Sales, recebeu 5.809 votos. Após cinco mandatos na Aleac, ficou como suplente nesta eleição. João Asfuri (MDB) — filho do ex-prefeito de Porto Acre João Asfury, recebeu 867 votos e ficou como suplente. Tiago Mour

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    Sobrenomes conhecidos, mas sem cadeira: Quem são os parentes de políticos que não se elegeram no Acre Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 AC. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: AC, Brasil.

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