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11 de outubro de 2026 às 04:00 • 1 min de leitura • 1 fonte

Médicos reconhecem que é difícil falar sobre sexo com pacientes mais velhos

Médicos reconhecem que é difícil falar sobre sexo com pacientes mais velhos Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O…

Médicos reconhecem que é difícil falar sobre sexo com pacientes mais velhos
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  • 1Médicos reconhecem que é difícil falar sobre sexo com pacientes mais velhos Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1.

Médicos reconhecem que é difícil falar sobre sexo com pacientes mais velhos Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.

Matéria
Texto da cobertura original • por G1

Brasileira fala sobre sexo na terceira idade: ‘Eu transo sim e gosto muito’ Mudanças fisiológicas são barreiras para a atividade sexual? Esse era o painel que eu mais aguardava no GeriatRio 2026, que já foi tema das duas últimas colunas. Pelo visto, não era a única interessada, porque a sessão ficou lotada. Coube ao geriatra Gustavo de Jesus Monteiro, vice-presidente da SBGG-RJ, abordar um dos tópicos que exploro no meu livro Sexo 60+ – prazer sem data de validade: a dificuldade de falar sobre a questão no consultório. Sua primeira frase foi reconhecer que “o silêncio começa em nós”, e compartilhou diversas pesquisas. Aqui vão alguns dados: Sexo na velhice: 73% das pessoas são sexualmente ativas entre os 57 e 64 anos; 53% entre 65 e 74 anos; e 26% entre 75 e 85 anos Age without limits Vida sexual: 73% das pessoas são sexualmente ativas entre os 57 e 64 anos; 53% entre 65 e 74 anos; e 26% entre 75 e 85 anos. Nesse último grupo, 54% têm pelo menos de duas a três relações por mês. No entanto, 60% dos indivíduos acima dos 65 anos não se sentem à vontade para tocar no assunto com o profissional de saúde. Falta de comunicação: Apenas 38% dos homens e 22% das mulheres acima dos 50 discutem sua vida sexual com o médico, mas a imensa maioria gostaria que ele tivesse tomado a iniciativa. “Precisamos abrir essa porta. A conversa tem que fazer parte da rotina do consultório e da Avaliação Geriátrica Ampla (AGA), assim como quando houver um novo diagnóstico, cirurgia pélvica, alteração ou ajuste de medicamento. Há pacientes que deixam de tomar um anti-hipertensivo ou antidepressivo porque a medicação interfere na sua vida sexual. Se não existe uma relação de confiança, o médico pode achar que há uma baixa adesão ao tratamento”, afirmou. Outra informação interessante compartilhada

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