Cicatrização de feridas no diabetes é desafio para o paciente e a ciência
Cicatrização de feridas no diabetes é desafio para o paciente e a ciência Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O t…
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- 1Cicatrização de feridas no diabetes é desafio para o paciente e a ciência Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: Poder360.
Cicatrização de feridas no diabetes é desafio para o paciente e a ciência Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: Poder360. Categoria informada pela fonte: poder saúde.
Quem convive com diabetes sabe o quão preocupante e frequente pode ser o aparecimento de feridas de difícil cicatrização, especialmente nos pés. Os mecanismos que levam à formação desses machucados são múltiplos e, por isso, a ciência busca novos meios de ajudar quem convive com essa doença metabólica.
O problema começa antes mesmo do aparecimento das úlceras. Quando o diabetes não é controlado a longo prazo, a hiperglicemia (excesso de açúcar no sangue) somada ao estresse oxidativo e outras alterações metabólicas, leva a inflamações nos vasos sanguíneos. Esse processo acelera a formação de placas de gordura, o que contribui para a obstrução das artérias e os problemas de saúde decorrentes disso, incluindo o risco de infarto.
“Esse conjunto de alterações pode reduzir a chegada de sangue e nutrientes aos tecidos, fundamentais para o processo de cicatrização quando surge alguma ferida”, explica a endocrinologista Geísa Maria Campos de Macedo, coordenadora do departamento de Neuropatias e Complicações nos Pés da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes).
A doença também interfere na resposta imunológica, ao prejudicar a atuação das células responsáveis pela defesa contra infecções. “Essas células passam a atuar de forma mais lenta, e alterações inflamatórias e o estresse oxidativo reduzem a capacidade de defesa do organismo”, detalha Macedo. “A situação pode ficar ainda mais grave quando existem complicações como a neuropatia diabética.”
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Cicatrização de feridas no diabetes é desafio para o paciente e a ciência Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: Poder360. Categoria informada pela fonte: poder saúde.
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