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12 de outubro de 2026 às 04:00 • 1 min de leitura • 1 fonte

Aos 28 anos, ela passou 4 dias na UTI com suspeita de AVC; diagnóstico revelou problema na mandíbula

Aos 28 anos, ela passou 4 dias na UTI com suspeita de AVC; diagnóstico revelou problema na mandíbula Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava di…

Aos 28 anos, ela passou 4 dias na UTI com suspeita de AVC; diagnóstico revelou problema na mandíbula
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  • 1Aos 28 anos, ela passou 4 dias na UTI com suspeita de AVC; diagnóstico revelou problema na mandíbula Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1.

Aos 28 anos, ela passou 4 dias na UTI com suspeita de AVC; diagnóstico revelou problema na mandíbula Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.

Matéria
Texto da cobertura original • por G1

Dor de cabeça por mais de 10 anos: fisioterapeuta Jéssica Pasquale descobre DTM após suspeita de AVC Arquivo Pessoal Aos 28 anos, a fisioterapeuta Jéssica Pasquale acordou com um lado do rosto dormente e foi internada com suspeita de acidente vascular cerebral (AVC). Passou quatro dias em uma UTI, fez uma série de exames e recebeu alta sem um diagnóstico preciso. O AVC havia sido descartado, mas a causa do formigamento e das dores que a acompanhavam havia anos continuava sem explicação. A resposta só viria depois. O problema estava relacionado a uma região que até então não havia sido apontada como responsável pelos sintomas: a articulação da mandíbula. Jéssica, hoje com 33 anos, tinha disfunção temporomandibular (DTM), um conjunto de distúrbios que afetam os músculos da mastigação, a articulação temporomandibular (ATM) e estruturas associadas. As dores chegaram a fazê-la parar de trabalhar por três meses. Depois do diagnóstico, porém, ela apresentou melhora significativa nos três primeiros meses de um tratamento realizado sem intervenções invasivas. O caso ajuda a ilustrar um problema que pode atingir uma parcela expressiva da população. Uma meta-análise com 11 estudos e 6.365 participantes estimou a prevalência de DTM em 33,6% da população brasileira analisada. Outra revisão, da Unesp de Araraquara e publicada em 2026, mostrou uma associação entre a disfunção e a enxaqueca: pessoas com enxaqueca apresentam cerca de seis vezes mais chances de ter DTM. No sentido inverso, quem tem DTM apresenta aproximadamente 2,6 vezes mais chances de ter enxaqueca. Agora no g1 Especialistas ouvidos pelo g1 alertam que a disfunção pode passar despercebida durante anos. Nesse período, pacientes podem percorrer diferentes consultórios, realizar exames e recorrer repetidamente a analgésic

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    Aos 28 anos, ela passou 4 dias na UTI com suspeita de AVC; diagnóstico revelou problema na mandíbula Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.

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