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12 de outubro de 2026 às 12:28 • 1 min de leitura • 1 fonte

'O amor é a melhor herança': campanha transformou Bicho-Papão em aliado na proteção das crianças, gerou reações e ainda é lembrada no RS

'O amor é a melhor herança': campanha transformou Bicho-Papão em aliado na proteção das crianças, gerou reações e ainda é lembrada no RS Resumo editorial nao gerado pelo portal: o …

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  • 1'O amor é a melhor herança': campanha transformou Bicho-Papão em aliado na proteção das crianças, gerou reações e ainda é lembrada no RS Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1.

'O amor é a melhor herança': campanha transformou Bicho-Papão em aliado na proteção das crianças, gerou reações e ainda é lembrada no RS Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.

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Texto da cobertura original • por G1

'O amor é a melhor herança': relembre campanha que usou monstros para proteger crianças A campanha publicitária dos "Monstrinhos", criada pelo Grupo RBS em 2003, marcou a memória dos gaúchos ao usar personagens do imaginário infantil para combater a violência contra crianças e adolescentes. Com o slogan "O amor é a melhor herança, cuide das crianças", a iniciativa mobilizou a sociedade no Rio Grande do Sul e gerou impactos diretos na proteção infantil. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp Nas ruas de Porto Alegre, o jingle ainda é lembrado. A operadora de cobrança Ângela Cunha recorda a letra de forma imediata. "Malvadezas com crianças, não, não, não. Isso só pode ser coisa do tal do bicho-papão", canta. A ideia surgiu a partir de uma pesquisa sobre violência infantil apresentada pela Fundação Maurício Sirotsky. O publicitário Marcelo Pires conta que a equipe buscou simplificar o tema complexo. "Quando a gente começou a ver o nível que existe de violência doméstica, de violência com crianças, de desrespeito, a gente disse: 'Mas que coisa monstruosa isso'. E isso é a chave da campanha. Se é uma coisa monstruosa, até mesmo um monstro não faria isso", explica. Na época do lançamento, em 2003, os dados indicavam que a cada oito horas uma criança era vítima de abuso sexual no estado. No Brasil, 90% dos casos de abuso aconteciam dentro de casa. O impacto da mensagem ultrapassou a televisão e gerou reações práticas. Pires relata que uma criança, após ter contato com a campanha, procurou a polícia por conta própria. "Ela foi sozinha numa delegacia, mostrou e disse: 'Olha, eu sofro violência em casa'. É muito forte a gente admitir que acredita que a família é um lugar só de tranquilidade, de respeito, de amor, mas nem sempre é assim", afirma o publicitário. Para o juiz-cor

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