Nem fantasma, nem feitiço: entenda a luz misteriosa dos cemitérios
Nem fantasma, nem feitiço: entenda a luz misteriosa dos cemitérios Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto in…

Imagem da cobertura original • Crédito: fontes citadas abaixo
Em 30 segundos
- 1Nem fantasma, nem feitiço: entenda a luz misteriosa dos cemitérios Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: A Tarde.
Nem fantasma, nem feitiço: entenda a luz misteriosa dos cemitérios Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: A Tarde. Categoria informada pela fonte: brasil. Localidade informada pela fonte: BA, Brasil.
Um espetáculo natural impressionante costuma surpreender quem caminha próximo a pântanos ou cemitérios: o fogo-fátuo.O fenômeno é marcado pelo surgimento repentino de labaredas em tons azuis que tremeluzem na superfície por poucos segundos e desaparecem sem deixar vestígios.Apesar de instigar o imaginário humano há séculos e alimentar relatos sobre espíritos e seres místicos, o evento possui uma explicação científica consolidada.Reação química no soloA origem do fogo-fátuo está no processo natural de decomposição de matéria orgânica.Durante a ação bacteriana sobre corpos de seres vivos, há a geração de gases como metano e fosfina. Acumulados sob pressão, esses eflúvios escapam do subsolo por pequenas fissuras.
Ao entrarem em contato com o oxigênio da atmosfera, os gases entram em combustão espontânea.O resultado é uma pequena ignição acompanhada por um estampido leve. Como a reação é rápida, o clarão dura apenas alguns instantes.Se uma pessoa se desloca rapidamente por perto, o movimento do ar desloca a chama leve, criando a falsa impressão de que a luz a está perseguindo.Raízes no folcloreA natureza incomum das luzes noturnas levou diversas culturas a associá-las a almas penadas.No Brasil, o fogo-fátuo deu origem ao mito do Boitatá, a serpente de fogo encarregada de proteger as matas.A associação é antiga: em 1560, o jesuíta José de Anchieta registrou o fenômeno ao relatar o "facho cintilante de fogo" observado próximo a rios e praias, consolidando o impacto histórico da reação química na cultura popular.
Trecho exibido com crédito à fonte original.
Continuar lendo em A TardeFontes apuradas 1
Nem fantasma, nem feitiço: entenda a luz misteriosa dos cemitérios Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: A Tarde. Categoria informada pela fonte: brasil. Localidade informada pela fonte: BA, Brasil.
Rastreabilidade total: cada trecho acima pertence à fonte indicada • como apuramos
Você pode gostar mais em brasil →
brasilA diferença na intenção de voto em Flávio e Lula entre quem recebe e não recebe Bolsa Família, segundo a pesquisa BTG/NexusLer
brasilInvestigação da PF aponta que Vorcaro financiou rede de prostituição e explorou refugiadasLer
brasilFlávio faz giro por estados nesta semana, e Lula prepara ato com caminhoneiros em São Paulo e percorre Minas GeraisLer
brasilFim da escala 6x1: os próximos passos se o Senado aprovar a PECLer
brasilPF deve entregar a Fachin material do caso Master que cita ministros do STFLer O que você achou desta cobertura?
Participe da conversa com outros leitores na comunidade.