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13 de outubro de 2026 às 13:33 • 1 min de leitura • 1 fonteSE

Primeira reunião do Conselho Gestor da Reserva das Mangabeiras fortalece participação das catadoras

Primeira reunião do Conselho Gestor da Reserva das Mangabeiras fortalece participação das catadoras Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: FaxAju. Categoria informada pela fonte: bloco 8. Localidade informada pela fonte: SE, Brasil.

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A Prefeitura de Aracaju iniciou uma nova etapa na gestão participativa da Reserva Extrativista Mangabeiras Missionário Uilson de Sá com a realização da primeira reunião ordinária do Conselho Gestor Deliberativo, na manhã desta terça-feira, 13, no auditório da sede do Executivo municipal. O encontro reuniu representantes do poder público e seis integrantes da Associação das Catadoras e Catadores de Mangaba Padre Luís Lemper, com foco no fortalecimento da participação comunitária e na construção do regimento interno do colegiado.

O documento deverá estabelecer as regras de funcionamento do conselho, os procedimentos para reuniões e deliberações e as condições para a participação das comunidades extrativistas nas decisões relacionadas à conservação da reserva e à continuidade de suas atividades tradicionais.

Para a secretária municipal do Meio Ambiente, Emília Golzio, o início dos trabalhos representa um avanço no reconhecimento do papel das catadoras de mangaba na preservação do território. “Estamos estabelecendo, pela primeira vez neste conselho, o princípio da paridade como fundamento da gestão. As mangabeiras são as legítimas guardiãs e, no sentido histórico e do pertencimento, as donas desse território. São elas que conhecem seus caminhos, seus ciclos e a importância de cada área para a continuidade do extrativismo. A participação dessas mulheres precisa se traduzir em poder de decisão. Cabe ao poder público construir essa gestão com a comunidade, reconhecendo seus saberes e seus direitos”, destacou.

A paridade busca assegurar equilíbrio na representação do poder público e da comunidade no processo decisório. Para as famílias extrativistas, esse princípio amplia as possibilidades de apresentar demandas, discutir propostas e acompanhar medidas relacionadas à proteçã

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