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7 de outubro de 2026 às 12:27 • 1 min de leitura • 1 fontePR

Homem que matou companheira a facadas após discussão por vídeos nas redes sociais é condenado a mais de 36 anos no Paraná

Homem que matou companheira a facadas após discussão por vídeos nas redes sociais é condenado a mais de 36 anos no Paraná Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de suma…

Homem que matou companheira a facadas após discussão por vídeos nas redes sociais é condenado a mais de 36 anos no Paraná
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  • 1Homem que matou companheira a facadas após discussão por vídeos nas redes sociais é condenado a mais de 36 anos no Paraná Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1 PR.

Homem que matou companheira a facadas após discussão por vídeos nas redes sociais é condenado a mais de 36 anos no Paraná Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 PR. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: PR, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por G1 PR

Mulher foi morta porque marido se incomodou com vídeos nas redes sociais Reprodução/ Redes sociais Lenoir Damas foi condenado a 36 anos e oito meses de prisão por matar a companheira, Ivete Alves de Oliveira, de 43 anos, a facadas em Nova Prata do Iguaçu, no sudoeste do Paraná. Segundo o Ministério Público do Paraná (MPPR), o crime aconteceu após uma discussão e o homem estava “inconformado” com vídeos que a vítima publicava no TikTok. O g1 tenta localizar a defesa de Lenoir Damas. ✅ Siga o g1 Foz do Iguaçu e região no WhatsApp O julgamento foi realizado na sexta-feira (2), no Tribunal do Júri de Salto do Lontra. O feminicídio aconteceu em 16 de maio de 2025, dentro da casa onde o casal morava. De acordo com a denúncia, Lenoir agiu motivado por sentimento de posse e controle em relação à companheira. A filha de seis anos de Ivete estava no local no momento em que a mãe foi atacada. Agora no g1 Os jurados reconheceram o feminicídio e três circunstâncias que aumentaram a pena, o crime ter sido cometido na presença de uma descendente da vítima, o emprego de meio cruel e o uso de um recurso que dificultou a defesa de Ivete. “Infelizmente, este caso reflete uma dura realidade. De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado neste ano, em 2025, 1.568 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil, um aumento de 4,7% em comparação com o ano de 2024. E, em 80% dos casos, o crime foi praticado pelos atuais parceiros ou ex-companheiros das vítimas”, disse o promotor de justiça Leonardo Penna Guedes Amin. Após matar a companheira, segundo o Ministério Público, Lenoir levou a criança para a casa do avô paterno. Depois, foi até a residência da irmã de Ivete, contou o que havia acontecido e se entregou à Polícia Militar. Lenoir também foi condenado por posse ilega

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