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7 de outubro de 2026 às 19:43 • 1 min de leitura • 1 fonteRJ

Policiais de quadrilha que vendia fuzis a Peixão cobravam para investigar para criminosos, diz MP

Policiais de quadrilha que vendia fuzis a Peixão cobravam para investigar para criminosos, diz MP Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava dispo…

Policiais de quadrilha que vendia fuzis a Peixão cobravam para investigar para criminosos, diz MP
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  • 1Policiais de quadrilha que vendia fuzis a Peixão cobravam para investigar para criminosos, diz MP Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1 RJ.

Policiais de quadrilha que vendia fuzis a Peixão cobravam para investigar para criminosos, diz MP Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1 RJ. Categoria informada pela fonte: g1. Localidade informada pela fonte: RJ, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por G1 RJ

Operação prende policiais e ex-PMs acusados de vender armas para facção criminosa Policiais e ex-policiais militares investigados por vender fuzis ao tráfico de drogas no Rio de Janeiro também negociavam investigações clandestinas para ganhar dinheiro e utilizavam informações sigilosas das forças de segurança para ajudar criminosos, segundo uma investigação da Polícia Federal e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). De acordo com a apuração, o grupo chegou a tentar obter imagens de câmeras de segurança do estado para beneficiar um miliciano acusado de homicídio. As descobertas fazem parte de uma apuração da PF e do Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal (Gaesf), do MPRJ, contra uma organização criminosa acusada de fornecer armas ao traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, o Peixão, chefe do Terceiro Comando Puro (TCP) no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Conversas obtidas pelos investigadores mostram que os suspeitos discutiam a realização de investigações particulares, mediante pagamento, e buscavam informações em sistemas policiais para atender interesses de terceiros. Os sete investigados já foram denunciados pelo Ministério Público e se tornaram réus. Entre eles, estão policiais da ativa e ex-PMs que, mesmo depois de expulsos da corporação e presos por outros crimes, conseguiram cargos comissionados na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e no Detran. Venda de investigação 'por fora' para bandidos Uma das conversas identificadas pelo Ministério Público envolve o ex-PM Vitor Hugo Marinho Garcia, conhecido como Batata, apontado como um dos chefes da organização criminosa, e o policial civil Carlos Barnabé Souza. Na troca de mensagens, Vitor Hugo fala

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