Pesca de arrasto responde por quase 60% dos descartes no mar
Pesca de arrasto responde por quase 60% dos descartes no mar Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral…
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- 1Pesca de arrasto responde por quase 60% dos descartes no mar Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: IG.
Pesca de arrasto responde por quase 60% dos descartes no mar Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: IG. Categoria informada pela fonte: pesca de arrasto, pesca predatória, meio ambiente, ecossistemas marinhos.
Recuperação de ambientes marinhos alvo da pesca de arrasto pode levar anosReprodução A capacidade de capturar grandes volumes de animais marinhos em uma única operação tornou a pesca de arrasto uma das técnicas mais utilizadas pela indústria pesqueira comercial. A modalidade de arrasto de fundo, por exemplo, responde por cerca de 19 milhões de toneladas de peixes e invertebrados capturados anualmente. No entanto, é uma das formas de exploração humana que mais perturba os habitats do leito marinho em todo o mundo. A técnica utiliza redes de grandes dimensões, geralmente em formato de funil, que são rebocadas por embarcações para reunir os animais em seu interior. Na modalidade de fundo, estruturas pesadas e uma linha inferior com pesos mantêm a rede próxima ao solo oceânico. Durante o deslocamento, o equipamento revolve o sedimento e captura espécies como bacalhau, linguado e camarão. Há também o arrasto pelágico, conhecido como pesca de meia-água, que busca espécies como o escamudo e o arenque em áreas mais afastadas do leito marinho. Mesmo nesse caso, os equipamentos podem atingir o fundo quando os cardumes se concentram em profundidades menores. Nas operações industriais, as redes chegam a dimensões comparáveis às de vários campos de futebol, ampliando a área potencialmente afetada pela atividade. Captura ameaça animais marinhos Além das espécies procuradas pelos pescadores, as redes podem capturar outros animais, como tubarões, raias e tartarugas. Conhecido como captura incidental, esse fenômeno faz com que organismos sem interesse comercial para determinada operação sejam frequentemente devolvidos ao mar, muitas vezes mortos. Um estudo publicado em 2020, com base em dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), estimou que mais d
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Pesca de arrasto responde por quase 60% dos descartes no mar Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: IG. Categoria informada pela fonte: pesca de arrasto, pesca predatória, meio ambiente, ecossistemas marinhos.
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