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Como boias oceânicas não são arrastadas pelas correntes?

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Como boias oceânicas não são arrastadas pelas correntes?
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Matéria
Texto da cobertura original • por IG

Boias estacionárias precisam resistir correntes marítimas, ondas e ventos para se manterem no local determinadoDivulgação/NOAA Boias oceânicas ficam soltas no meio de uma imensidão azul, a centenas de quilômetros da costa mais próxima e pairam sob centenas de metros de profundidade. Ainda assim, ficam “estacionadas” no oceano, resistindo a correntes marítimas, ondas e ventos. As estruturas possuem um conjunto de cabos, flutuadores e pesos de ancoragem, sistemas que são projetados para mantê-la em determinado ponto, onde vai medir condições do oceano e da atmosfera. Os dados servem para estudos climáticos e projeções meteorológicas. Um exemplo disso são as boias que medem o aquecimento das águas do Pacífico durante o El Niño para a agência estadunidense NOAA. Uma delas está na Ocean Station Papa e, segundo a NOAA, é conectada ao fundo do Pacífico a uma profundidade de 4.200 metros. Estrutura não fica totalmente imóvel Conforme a NOAA, o sistema inclui cabos de aço, náilon, âncoras (que podem ser outros materiais reaproveitados, como rodas de trem), correntes e materiais sintéticos flutuantes. Isso tudo se soma às boias estacionárias, que também são consideravelmente grandes: elas podem ter 2,5 metros de diâmetro e pesar mais de 1.800 quilos fora da água. Ao longo dos cabos, flutuadores são utilizados para sustentar trechos da conexão até o fundo, evitando que a boia se mova. Contudo, a ideia não é que elas fiquem totalmente imóveis. Segundo a NOAA, alguns projetos preveem uma área em que a boia possa se mover. Primeiro para que o cabo não rompa, segundo para que a âncora não seja arrastada. Esse movimento acompanha correntes marítimas, o que também gera um dado. A agência cita dois tipos de sistema das boias estacionárias. Naqueles que elas podem se mover em determina

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