Edson Fachin indica arquivamento do inquérito das Fake News após sete anos
Edson Fachin indica arquivamento do inquérito das Fake News após sete anos Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O …
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- 1Edson Fachin indica arquivamento do inquérito das Fake News após sete anos Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: JC.
Edson Fachin indica arquivamento do inquérito das Fake News após sete anos Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: JC. Categoria informada pela fonte: judiciário. Localidade informada pela fonte: PE, Brasil.
Aberto há sete anos e meio por ato de ofício, o inquérito das fake news pode chegar ao fim. Nesta sexta-feira, 9, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, escreveu em despacho que está analisando os documentos para o arquivamento das investigações. Fachin assumiu o inquérito após a crise da corte envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça por conta das investigações do Banco Master. O inquérito das fake news foi instaurado pelo ministro Dias Toffoli, sem o aval do Ministério Público. Toffoli era presidente do STF e indicou, ele mesmo, Moraes como o relator responsável pelo caso em março de 2019. O pretexto era investigar ataques a ministros e seus familiares. A decisão foi tomada após publicação de reportagem da revista Crusoé sobre um documento da Lava Jato no qual Marcelo Odebrecht teria feito menção ao próprio Dias Toffoli. Com o tempo, transformou-se em instrumento de investigação de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro que tentavam minar a autoridade do Supremo, até, finalmente, passar a ser usado por Moraes contra adversários pessoais. Mendonça é apenas um da lista de acusados por crimes supostamente cometidos contra o próprio relator do inquérito. A relação tem até o Partido da Causa Operária, investigado após tornar públicas críticas aos ministros da Corte. Também aparecem os youtuber Allan do Santos e Bernardo Kuster, assim como a ex-ativista pelo direito das mulheres Sara Winter. Moraes ordenou, em janeiro deste ano, a abertura de uma nova investigação sigilosa para apurar o vazamento de dados fiscais de magistrados da Corte e familiares por servidores públicos da Receita Federal, do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro). Tomou essa decisão após
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Edson Fachin indica arquivamento do inquérito das Fake News após sete anos Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: JC. Categoria informada pela fonte: judiciário. Localidade informada pela fonte: PE, Brasil.
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