Para crescer na ciência, mulheres ainda precisam enfrentar cobranças além da pesquisa
Para crescer na ciência, mulheres ainda precisam enfrentar cobranças além da pesquisa Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na pub…
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- 1Para crescer na ciência, mulheres ainda precisam enfrentar cobranças além da pesquisa Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: JC.
Para crescer na ciência, mulheres ainda precisam enfrentar cobranças além da pesquisa Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: JC. Categoria informada pela fonte: videocast. Localidade informada pela fonte: PE, Brasil.
A ciência está presente em todas as esferas do cotidiano. Da tecnologia usada no celular, passando pelos avanços na saúde e chegando nos alimentos que consumimos. O questionamento do 15° episódio do videocast Uma Por Uma, do SJCC, busca entender quem participa da produção do conhecimento e como é o ambiente científico para as mulheres. Apresentado pela jornalista Natalia Ribeiro, o episódio recebeu a doutora em Agronomia Erika Valente, vencedora do Prêmio Mulheres do Agro 2026 na categoria Ciência e Pesquisa, e Patrícia Tedesco, doutora em Ciência da Computação e professora do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (CIn/UFPE). A conversa também contou com a participação de Julliana Brito, repórter do Jornal do Commercio e da coluna João Alberto. Assista ao videocast Uma por Uma #15: Quem faz ciência? Os caminhos das mulheres na produção do conhecimento
Carreira desigual
A presença feminina nas universidades não significa, necessariamente, igualdade de oportunidades ao longo da carreira. Erika Valente apresentou números que evidenciam essa diferença entre o ingresso na pós-graduação e o reconhecimento nos níveis mais altos da pesquisa. As mulheres representam cerca de 56% dos estudantes de mestrado e doutorado. Quando o recorte passa para as bolsas de produtividade em pesquisa, a participação feminina cai para 36%. No nível mais alto dessa categoria, as pesquisadoras correspondem a apenas 23%. "Como é que pode essa pirâmide ser tão desleal assim?", questionou. Para a professora, parte do problema está nos critérios de avaliação da produtividade, que nem sempre consideram as condições em que homens e mulheres desenvolvem suas pesquisas. A maternidade e as responsabilidades de cuidado, por exemplo, podem reduzir o tempo disponível para produzir artig
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Para crescer na ciência, mulheres ainda precisam enfrentar cobranças além da pesquisa Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: JC. Categoria informada pela fonte: videocast. Localidade informada pela fonte: PE, Brasil.
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