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9 de outubro de 2026 às 20:00 • 1 min de leitura • 1 fontePE

Para crescer na ciência, mulheres ainda precisam enfrentar cobranças além da pesquisa

Para crescer na ciência, mulheres ainda precisam enfrentar cobranças além da pesquisa Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na pub…

Para crescer na ciência, mulheres ainda precisam enfrentar cobranças além da pesquisa
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  • 1Para crescer na ciência, mulheres ainda precisam enfrentar cobranças além da pesquisa Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: JC.

Para crescer na ciência, mulheres ainda precisam enfrentar cobranças além da pesquisa Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: JC. Categoria informada pela fonte: videocast. Localidade informada pela fonte: PE, Brasil.

Matéria
Texto da cobertura original • por JC

A ciência está presente em todas as esferas do cotidiano. Da tecnologia usada no celular, passando pelos avanços na saúde e chegando nos alimentos que consumimos. O questionamento do 15° episódio do videocast Uma Por Uma, do SJCC, busca entender quem participa da produção do conhecimento e como é o ambiente científico para as mulheres. Apresentado pela jornalista Natalia Ribeiro, o episódio recebeu a doutora em Agronomia Erika Valente, vencedora do Prêmio Mulheres do Agro 2026 na categoria Ciência e Pesquisa, e Patrícia Tedesco, doutora em Ciência da Computação e professora do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (CIn/UFPE). A conversa também contou com a participação de Julliana Brito, repórter do Jornal do Commercio e da coluna João Alberto. Assista ao videocast Uma por Uma #15: Quem faz ciência? Os caminhos das mulheres na produção do conhecimento

Carreira desigual

A presença feminina nas universidades não significa, necessariamente, igualdade de oportunidades ao longo da carreira. Erika Valente apresentou números que evidenciam essa diferença entre o ingresso na pós-graduação e o reconhecimento nos níveis mais altos da pesquisa. As mulheres representam cerca de 56% dos estudantes de mestrado e doutorado. Quando o recorte passa para as bolsas de produtividade em pesquisa, a participação feminina cai para 36%. No nível mais alto dessa categoria, as pesquisadoras correspondem a apenas 23%. "Como é que pode essa pirâmide ser tão desleal assim?", questionou. Para a professora, parte do problema está nos critérios de avaliação da produtividade, que nem sempre consideram as condições em que homens e mulheres desenvolvem suas pesquisas. A maternidade e as responsabilidades de cuidado, por exemplo, podem reduzir o tempo disponível para produzir artig

Trecho exibido com crédito à fonte original.

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Fontes apuradas 1

  • 1JC↗ jc.uol.com.brAbrir na fonte

    Para crescer na ciência, mulheres ainda precisam enfrentar cobranças além da pesquisa Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: JC. Categoria informada pela fonte: videocast. Localidade informada pela fonte: PE, Brasil.

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