Suspeito de envolvimento na morte de policial civil no Muquiço é preso
Suspeito de envolvimento na morte de policial civil no Muquiço é preso Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O text…
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- 1Suspeito de envolvimento na morte de policial civil no Muquiço é preso Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
- 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
- 3Fonte da materia: O Dia.
Suspeito de envolvimento na morte de policial civil no Muquiço é preso Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: O Dia. Categoria informada pela fonte: rio de janeiro. Localidade informada pela fonte: RJ, Brasil.
Policiais civis prenderam, nesta sexta-feira (9), Alexandre Serra de Souza, conhecido como “Xandão”, investigado pelo ataque que matou o policial civil Carlos Alberto Freire Neto, em julho deste ano. A prisão foi realizada na comunidade do Muquiço, onde o suspeito é apontado como um dos gerentes do tráfico de drogas. LEIA MAIS: Feriadão: mais de 192 mil pessoas devem passar pela Rodoviária do Rio
Segundo a Polícia Civil, havia um mandado de prisão contra Alexandre pelos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A captura contou com informações de inteligência da P2 do 9º BPM. A ação foi realizada por agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e da 59ª DP (Duque de Caxias). Em agosto já havia sido preso Gabriel Teixeira Gonçalves, conhecido como "Cebolinha" e "Trezeguet",na comunidade do Acari.
Morte do policial
Carlos Alberto Freire Neto foi morto em 8 de julho de 2026, durante um ataque atribuído a criminosos da comunidade do Muquiço. Ele foi socorrido e levado ao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste. O agente chegou a passar por cirurgia, mas não resistiu e morreu. De acordo com a Polícia Civil, os agentes da DHBF faziam diligências de inteligência na região quando foram atacados. Uma viatura da Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen) passava pelo local e parou para dar apoio, dando suporte até o hospital. A corporação classificou a ação como covarde e reforçou que “ataques contra agentes de segurança pública representam um ataque direto ao Estado”. Após o ocorrido, centenas de agentes se dirigiram ao local. A despedida aconteceu em Niterói. O corpo seguiu em cortejo no caminhão do Corpo de Bombeiros, seguido por um comboio de viaturas da Polícia Civil, até o Cemitério Parque
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Suspeito de envolvimento na morte de policial civil no Muquiço é preso Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: O Dia. Categoria informada pela fonte: rio de janeiro. Localidade informada pela fonte: RJ, Brasil.
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