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10 de outubro de 2026 às 04:00 • 1 min de leitura • 1 fonte

'Extremamente preocupante', diz ex-juíza do Tribunal Penal Internacional sobre sanções de Trump após Nobel da Paz

'Extremamente preocupante', diz ex-juíza do Tribunal Penal Internacional sobre sanções de Trump após Nobel da Paz Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao …

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  • 1'Extremamente preocupante', diz ex-juíza do Tribunal Penal Internacional sobre sanções de Trump após Nobel da Paz Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
  • 3Fonte da materia: G1.

'Extremamente preocupante', diz ex-juíza do Tribunal Penal Internacional sobre sanções de Trump após Nobel da Paz Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: G1. Categoria informada pela fonte: g1.

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Texto da cobertura original • por G1

Donald Trump impôs sanções ao Tribunal Penal Internacional após Navi Pillay ganhar Nobel da Paz. Fabrice Coffrini/AFP Após a ex-juíza do Tribunal Penal Internacional (TPI) Navi Pillay levar o Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), o governo de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, impôs novas sanções ao Tribunal. Para a jurista brasileira Sylvia Steiner, que trabalhou no TPI ao lado de Pillay, a decisão do republicano é “algo atípico e extremamente preocupante”. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia Em entrevista ao g1, Steiner diz que o tribunal está cumprindo as atribuições para as quais foi criado, e que punir a instituição por sua atuação ameaça a independência da Justiça internacional. A reação mais dura veio do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio: "Ou o TPI acabará com suas ameaças, ou nós acabaremos com o TPI". "O presidente Trump jamais permitirá que o Tribunal Penal Internacional processe cidadãos americanos. [...] Proibiremos transações com esse tribunal desonesto, cortando seus recursos e prejudicando sua capacidade de operar", disse Rubio nesta sexta. A fala aconteceu horas depois que o Comitê Norueguês do Nobel justificou a escolha da sul-africana Pillay com sua contribuição para o desenvolvimento de uma ordem jurídica internacional e para a responsabilização por crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio. Pillay presidiu a comissão da ONU que concluiu, em 2025, que Israel cometeu genocídio em Gaza e que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o ex-ministro da Defesa Yoav Gallant incitaram o crime. Israel e os Estados Unidos não reconhecem a jurisdição da corte. Durante sua carreira, a juíza vencedora do Nobel da Paz: lutou contra o apartheid e garantiu que Nelson Mandela

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