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11 de outubro de 2026 às 08:00 • 1 min de leitura • 1 fonte

Choque nas passarelas: a grife que abalou Paris e reavivou a moda de protesto

Choque nas passarelas: a grife que abalou Paris e reavivou a moda de protesto Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.…

Choque nas passarelas: a grife que abalou Paris e reavivou a moda de protesto
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  • 1Choque nas passarelas: a grife que abalou Paris e reavivou a moda de protesto Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao.
  • 2O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original.
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Choque nas passarelas: a grife que abalou Paris e reavivou a moda de protesto Resumo editorial nao gerado pelo portal: o servico de sumarizacao nao estava disponivel na publicacao. O texto integral e a atualizacao de hoje devem ser lidos na fonte original. Fonte da materia: Veja. Categoria informada pela fonte: comportamento.

Matéria
Texto da cobertura original • por Veja

Palco de protestos célebres do passado e do presente em Paris, a Place de la République sediou no último dia 28 um evento teoricamente mais ameno: o desfile de uma grife em ascensão no mundo da moda. Na passarela improvisada, contudo, o que se testemunhou foi condizente com o espírito feroz de tantas manifestações que já ocorreram naquele espaço público. A marca Matières Fecales fez da apresentação, intitulada The Ninety-Nine Percent, um ruidoso manifesto político e social em plena programação da Semana de Moda na capital parisiense. Um time de 99 modelos — todos negros ou não brancos — se revezou em cena com criações que incluíam roupas feitas com notas de dólares, para denunciar os excessos do capitalismo, e modelitos de freiras com adereços de inspiração punk. Uma modelo surgiu embrulhada na bandeira da França, com a palavra Resist (resista) grafitada nela. No final apoteótico, uma mulher negra se exibiu carregando nos ombros bonecos hiper-realistas que representavam dois homens bilionários, idosos e brancos — um libelo contra a suposta opressão racial, econômica e de gênero dos 99% do mundo citados no título do desfile por 1% de super-ricos. MANIFESTOS - Sarah Paulson com peça da grife (à esq.) e modelo “punk”: quando a transgressão vira negócioTaylor Hill/Getty Images; Estrop/Getty Images

Assim, logo no primeiro dia da nova temporada de um dos principais eventos do calendário do estilo no planeta, a grife de origem canadense com sede na França fez mais barulho que qualquer concorrente ao resgatar um elemento que andava adormecido: a moda como motim. A provocação começa no nome da marca, que significa literalmente “matérias fecais” — uma forma de expor as contradições do mercado do luxo e seu estímulo ao “consumo irrefletido”. A própria dupla de estilistas em quest

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  • 1Veja↗ veja.abril.com.brAbrir na fonte

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